quarta-feira, 13 de abril de 2011

História da Educação de Surdos I

                            Actividade 7 da biografia de Alexander Bell

"Inventor é um homem que olha para o mundo em torno de si e não fica satisfeito com as coisas como elas são. Ele quer melhorar tudo o que vê e aperfeiçoar o mundo. É perseguido por uma idéia, possuído pelo espírito da invenção e não descansa enquanto não materializa seus projetos.” Alexander Graham Bell
O Alexander Graham Bell nasceu no dia 3 de Março de 1847, em Edimburgo, na Escócia.
A família de Alexander Graham Bell estava ligada ao ensino de elocução: o seu avô, o seu tio e seu pai, Sr. Alexander Melville Bell, eram todos elocucionistas professados. Este último publicou uma variedade de trabalhos sobre o assunto, dos quais vários são bem conhecidos, em especial o seu tratado na linguagem gestual, que apareceu em Edimburgo em 1868. O pai de Bell educava os surdos por meio visual através da articulação das palavras e leitura dos lábios. Graham Bell, seu filho,  foi educado na escola real de Edimburgo, onde se graduou aos 13 anos. Aos dezesseis tornou-se professor de elocução e de música na academia de Weston house na Escócia. O ano seguinte foi passado na Universidade de Edimburgo. De 1866 a 1867 foi instrutor na universidade de Somersetshire em Bath, Inglaterra. Enquanto esteve na Escócia virou a sua atenção para a ciência da acústica, com o objectivo de melhorar a surdez de sua mãe.
Em 1870, aos 23 anos, mudou-se com a família para o Canadá. Antes de sair da Escócia, Alexander Graham Bell virou a sua atenção para o telefone, e no Canadá continuou o seu interesse por máquinas de comunicação.
Projectou um piano que podia transmitir música a uma certa distância por meio de electricidade. Em 1873 acompanhou seu pai a Montreal, Quebeque, onde foi empregado a ensinar o seu sistema de linguagem gestual. A mãe de Bell  foi convidada a introduzir o sistema numa grande escola para mudos em Boston, mas declinou o posto em favor do seu filho, que se tornou logo famoso nos Estados Unidos pelo seu sucesso neste importante trabalho. Alexander Graham Bell publicou mais de um tratado sobre o assunto em Washington, e é principalmente com os seus esforços que os milhares de surdos mudos na América podem agora falar quase, se não completamente, tão bem quanto as pessoas que conseguem ouvir.
Em Boston continuou a sua pesquisa no mesmo campo, e esforçou-se para produzir um telefone que emitisse não somente notas musicais, mas articulasse a fala.
Com financiamento do seu sogro , em 7 de Março de 1876, o Escritório de Patentes dos Estados Unidos concedeu-lhe a patente número 174.465 que cobre "o método de, e o instrumento para, transmitir sons vocais ou outros telegraficamente, causando ondulações eléctricas, similares às vibrações do ar que acompanham o som vocal.", ou seja o telefone. Após ter obtido a patente para o telefone, Bell continuou suas experiências em comunicação, com a invenção da photophone - transmissão do som num feixe de luz. Também trabalhou na pesquisa médica e inventou técnicas para ensinar o discurso aos surdos.
Bell casou-se com Mabel Hubbard em 11 Julho de 1877, tornou-se cidadão naturalizado dos EUA em 1882 e morreu em Baddeck, Nova Escócia, em 1922.
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quinta-feira, 31 de março de 2011

História da Educação de Surdos I

                                                 Actividade 5

1. Elabore uma comparação entre o método defendido pelo Abade de L’Epée e o  método defendido por Weinicke para o ensino de surdos.

O Abade L’Epée desenvolveu um novo método na educação dos surdos, foi o criador do método gestual.L’ Epée reconheceu que a língua gestual já existia e que servia de base à comunicação entre surdos. Ele aprendeu esta língua e depois expandiu-a organizou-a, criou um sistema em que usava a língua gestual na ordem gramatical do francês, assim como criou novos gestos para palavras que não eram usadas em língua gestual. Para o Abade L’Epée era mais fácil ensinar os surdos se começasse por usar uma língua que estes conheciam e podiam melhorar.

Samuel Heinicke foi um dos maiores defensores do método oralista. Um dos seus alunos mais importantes foi um rapaz surdo que conseguiu aprender a falar. Em Hamburgo trabalhou numa escola onde ensinou alunos surdos com sucesso e ficou conhecido no país. Primeiro usava o método da escrita mas depois começou a ensinar através do método oral. Heinicke usava diferentes produtos para ensinar as vogais e incentivava os seus alunos a falar em público e consigo pois a língua falada era mais rápida.

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2. Elabore um texto sobre a importância destes dois educadores (L’Epée e Weinicke) para o futuro da educação de surdos.

Apesar de terem ideias diferentes sobre a educação dos Surdos, L’Epée e Heinicke conseguiram ter sucesso no ensino de surdos. Ambos criaram escolas: o Abade l’Epée fundou a primeira escola de surdos do mundo (Instituto Nacional de Surdos-Mudos em Paris), e Samuel Heinicke criou a primeira escola de surdos - mudos da Alemanha. Estes dois professores tiveram os seus seguidores e durante muitos anos, quase até os dias de hoje, os principais métodos usados na educação dos surdos foram os seus: o gestual e o oral.

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sexta-feira, 18 de março de 2011

História da Educação de Surdos I


História da Educação de Surdos I

                                                                   Actividade 4

Efectue um resumo da Unidade 3, referindo os principais educadores de surdos na Idade Moderna, as metodologias de ensino que defendiam e quais as consequências para o ensino de surdos, a nível europeu.

Pedro Ponce de Léon foi o primeiro professor de surdos e foi com ele que se começou a verdadeira educação dos surdos a nível mundial. Viveu num mosteiro em Oña, Espanha, e seu trabalho serviu de base a vários educadores de surdos.

Ponce de León estabeleceu uma escola para surdos no mosteiro. Os seus alunos eram todos crianças surdas, filhos de nobres ricos. Ensinava-os a falar, ler, escrever, rezar e a conhecer as doutrinas do cristianismo. Alguns surdos conseguiram aprender latim. A preocupação dos nobres em educar os filhos não era integrá-los na sociedade mas sim fazer com que os seus direitos relativos a heranças fossem respeitados para não haver dispersão de bens.
Ponce de Léon não concordava com Aristóteles e provou que os surdos tinham capacidades intelectuais, alguns aprenderam filosofia natural e astrologia.
Ponce le Léon criou um alfabeto manual que ajudava os surdos a soletrar as palavras.

Juan Pablo Bonet foi a primeira pessoa a aproveitar o trabalho de Ponce de Léon.

Em 1620, publicou um livro em que se apresentava como o inventor da arte de ensinar o surdo a falar, com o título Redução das Letras e Arte para Ensinar a falar os Mudos, o primeiro tratado, a nível mundial sobre fonética espanhola e geral.

O seu método explicava que era mais fácil para o surdo aprender a ler, se cada som fosse representado por uma forma visível invariável: o alfabeto manual (dactilologia).
Apesar de utilizar a dactilologia, Bonet proibia o uso da língua gestual e, por essa razão, foi considerado, por alguns autores como o primeiro educador a utilizar o método oral puro.

O seu método inspirou os principais pensadores do método oralista como Jacob Rodrigues Pereira, Amman e Wallis.

John Bulwer (1614-1684) foi um médico inglês que, ao observar dois homens surdos a argumentarem em língua gestual, acreditou que a língua gestual era muito importante na educação dos surdos. Foi o primeiro inglês a desenvolver um método para comunicar com os surdos e com os mudos.

Bulwer publicou algumas obras importantes onde falava sobre os movimentos da fala e os gestos usados no discurso; relacionava a surdez e o problema da linguagem; e fez uma recolha de expressões naturais, efectuadas pelas mãos,
Bulwer acreditava que a linguagem produzida pelas mãos era a única linguagem natural dos surdos.
Foi a primeira pessoa a tentar criar uma academia para surdos, mas sem sucesso.

John Wallis dedicou-se ao estudo da matemática e a outras áreas de estudo, nomeadamente a surdez. Wallis baseou-se no método de Pablo Bonet e escreveu, em 1698, o primeiro livro inglês sobre a educação de surdos.
Depois de tentar ensinar surdos a falar, acabou por desistir deste tipo de ensino, insistindo mais no ensino da escrita.
Assim como os seus antecessores, usava gestos para ensinar os surdos.
Apesar disso, foi considerado o fundador do método oralista, em Inglaterra.

Konrad Amman foi muito influenciado por Pablo Bonet, mas atribuía mais importância à leitura labial. Considerava que era a fala, uma dádiva de Deus, que dava à pessoa o estatuto de humano. Assim, considerava que os surdos privados da fala eram quase animais.
Amman acreditava que o uso da língua gestual não levava ao desenvolvimento da fala e do pensamento.
No entanto, utilizava alguns gestos e o alfabeto manual como meio de atingir a fala. Escreveu a obra Surdus Loquens que serviu de base à construção do modelo alemão para a educação dos surdos.

Abade de L´Epeé foi criador da língua gestual. Utilizava a língua gestual para ensinar a escrita, mas não a considerava uma língua com gramática.
L´Epeé construiu um sistema que usava a língua gestual na ordem gramatical do francês.
Os alunos conseguiam ler e escrever qualquer texto em francês gramaticalmente correcto, quando ditado em língua gestual.

Epeé desenvolveu um método novo na educação de surdos e teve a humildade de aprender a língua gestual com os surdos para poder, através dessa língua, construir o seu sistema e educá-los

Os seus principais contributos para a educação de surdos foram:
- Criação do Instituto Nacional de Surdos-Mudos em Paris - a primeira escola de surdos do mundo;
- Atribuição aos surdos do estatuto de humanos, ao reconhecer a existência da sua língua;
- Passagem da educação individual para a educação colectiva;
- Constatação de que o tempo que se perdia a ensinar o surdo a falar, devia ser aproveitado para educá-lo;
- Demonstrações a nobres, filósofos e educadores, comunicando em língua gestual, e os surdos respondendo por escrito.

Jacob Rodrigues Pereira foi um educador de surdos que utilizava gestos mas defendeu sempre oralização para os surdos.
Foi em França que desenvolveu o seu trabalho com surdos. Usava o alfabeto manual para o ensino da fala. Os seus métodos baseavam-se na crença de que a configuração da mão designava a posição e os movimentos dos órgãos de fala aquando da produção do som, além das letras usadas na escrita para representar o som.
Jacob Rodrigues Pereira modificou o alfabeto manual de Bonet, fazendo corresponder a cada gesto, um som.
Thomas Braidwood fundou uma escola de Surdos, em Edimburgo (a primeira escola de correcção da fala da Europa). Foi influenciado por Wallis, usava o alfabeto manual e ensinava palavras escritas, os significados e as pronúncias.


Samuel Heinicke ensinou vários Surdos a falar, criando e definindo o método hoje conhecido como Oralismo.

Os seus métodos de ensino eram só orais, diferentes dos usados hoje. Estes consideravam que a primeira prioridade no ensino às crianças surdas era a linguagem falada e que a língua de sinais poderia prejudicar esta aquisição. Porém, ele e seus seguidores utilizavam os sinais e o alfabeto digital como instrumento para atingir a fala.

quarta-feira, 16 de março de 2011

História da Educação de Surdos I

                                                    Actividade 3
Responda às seguintes questões com base na unidade 2 do manual de História da Educação de Surdos I:
1. Caracterize a situação social da pessoa surda no Egipto.

Os Surdos eram adorados como deuses. Os egípcios acreditavam que estes transmitiam mensagens secretas dos deuses ao Faraó, que por sua vez as transmitia ao povo.
Assim, os surdos serviam de mediadores entre os deuses e os faraós.
Era uma forma dos faraós imporem o seu poder ao povo, legitimado por pessoas especiais que tinham ligação aos deuses.
Por serem vistos como seres estranhos com uma forma diferente de comunicar, a população, em geral, temia-os e respeitava-os.

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3. Caracterize a situação social da pessoa surda na Grécia.

Para os gregos, os surdos não eram seres competentes pois defendiam que o pensamento só se desenvolvia através da língua oral e como tal consideravam-nos incapazes de raciocinar e não lhes davam educação.
Aristóteles defendeu que eram não-humanos. Para os gregos eles não tinham direitos, eram marginalizados como os doentes e chegaram a ser condenados à morte.
Mas o filosofo Sócrates achava lógico e aceitável os surdos comunicarem naturalmente usando as mãos, a cabeça e outras partes do corpo, por estarem privados da audição.

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4. Caracterize a situação social da pessoa surda em Roma.

Os romanos foram muito influenciados pelos gregos, por isso, a sua posição em relação aos surdos era igual.
Também viam o surdo como ser imperfeito e indigno de pertencer à sociedade.
Lançavam as crianças surdas, possivelmente, apenas as pobres, ao rio Tibre, ao cuidado das Ninfas.
Em 529 d.C., o Imperador Justiniano criou uma lei não deixava os surdos possuir propriedades e impedia-os de celebrar contratos e redigir testamentos.
A lei chamada de Código justiniano, influenciado pelo talmude, distingue cinco categorias diferentes de surdos:
- Os que nasciam surdos e mudos;
- Os que ficavam surdos e mudos em vida;
- Os que nasciam surdos, ma não ficavam mudos;
- Os que ficavam surdos em vida sem perder a fala;
- Os que eram só mudos.
Na sociedade romana, os que nasciam surdos e mudos não tinham direitos nem obrigações. Não podiam possuir propriedades, nem celebrar contratos.
Como não podiam possuir terras nem títulos, as heranças a que tinham direito passavam para os seus parentes mais próximos.
No entanto, os surdos que falavam tinham direitos legais. Podiam ter propriedades, casar e redigir testamentos.
A capacidade da fala era, portanto, decisiva para o enquadramento legal das pessoas surdas.

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5. Caracterize a situação social da pessoa surda na Idade Média.

Na Idade média a doutrina da Igreja Católica era um factor de união.
Santo Agostinho (354-430 d.c.) acreditava que os que tinham filhos surdos estavam a pagar pelos seus pecados. Também defendia que os surdos podiam aprender e transmitir conhecimento através de gestos.
A igreja Católica, até à Idade Média, acreditava que a alma dos surdos não era imortal porque não diziam os sacramentos. Até ao século XII, não se podiam casar.
Em 700d.C., em York, um Arcebispo inglês, John de Beverley, ensinou um surdo a falar. É o primeiro documento acerca da tentativa de ensinar uma pessoa surda a falar, contrariando as ideias de Aristóteles que defendia que os surdos não podiam ser educados:

Um rapaz que não ouvia nem falava interrompeu o Arcebispo de York, enquanto este rezava. O Arcebispo interessou-se logo, pois o rapaz pareceu-lhe muito esperto. Começou de imediato a ensiná-lo a ler e escrever, em segredo.

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6. Elabore um documento de reflexão sobre a situação social da pessoa surda na Antiguidade (máximo duas páginas A4).

Na Antiguidade os surdos eram tratados de forma diferente por culturas diferentes e daí resultaram muitas injustiças sociais e tratamentos por vezes desumanos.
Para os egípcios os surdos eram considerados seres especiais, quase como deuses pois eram eles que recebiam as mensagens dos deuses e as davam ao Faraó que por sua vez as transmitia ao povo. Os surdos causavam medo e respeito nas pessoas pelo que deviam ser bem tratados.
Na Palestina, a Lei hebraica fazia distinção entre os que são surdos e mudos, os que são só surdos e os que são só mudos e de acordo com a categoria em que eram incluídos estavam sujeitos a limitações, por exemplo ao nível da posse de bens e do casamento.
Os gregos foram talvez os mais cruéis e injustos para os surdos pois eles eram completamente postos à parte da sociedade. O ideal grego era de perfeição, então os seres que não usam uma língua oral eram considerados imperfeitos e incapazes de ter raciocínio e não eram educados. Contudo Sócrates já considera normal usar as mãos para falar.
Os Romanos foram influenciados pelos gregos e tratavam os Surdos de modo idêntico.
Na Idade Média e sob o domínio da Igreja Católica, os Surdos também eram descriminados na sociedade. Santo Agostinho acreditava que ter um filho Surdo era castigo e a igreja achava que a alma deles não era imortal pois não faziam os sacramentos. Até ao século XII não podiam casar.
Em York, no ano 700 d.C., um Arcebispo inglês, John Beverly, conseguiu ensinar um rapaz surdo a ler a escrever e por esta razão é considerado por alguns escritores o primeiro educador de surdos da História.
Através deste breve resumo podemos constatar que todas as culturas mencionadas colocavam os surdos de parte mesmo que por razões positivas como no Egipto. Aos surdos não eram dados direitos iguais aos dos outros cidadãos. Outro aspecto que é de chocante é o facto de os gregos e os romanos acharem que por não expressarem o seu pensamento através de uma língua oral, os surdos não tinham raciocínio lógico e então não eram educados.
 Ser Surdo parece que sempre foi e infelizmente ainda continua a ser para algumas pessoas um motivo para descriminações.
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quinta-feira, 10 de março de 2011

História da Educação de Surdos I

                                                  Actividade 2

1. Distinga o Método da História Positivista do Método da Nova História.

O Método da História Positivista baseava-se numa história política e individualizada, o institucional do sócio. O objecto de estudo são os homens vivendo em sociedade, no aspecto económico, social, político, religioso, cultural, científico, técnico e psicológico.
Na Nova História passa-se a estudar o facto dentro do contexto onde está integrado.
O objecto da História é o “estudo dos homens ao longo do tempo”, inseridos na sociedade, no quadro da dualidade passado-presente e presente-passado.


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2. Defina Fonte Histórica.

Fonte Histórica são vestígios do passado que podem ser estudados.

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3. Distinga Fontes Primárias de Fontes Secundárias e dê exemplos.

Fontes primárias podem ser documentos, gravações, textos, etc. que foram criados no tempo em que se estuda. Como exemplos, temos os jornais, livros, assentos de registos públicos, cartas, entre outros.
As Fontes secundárias normalmente relacionam, discutem ou comentam as informações, factos, ideias que são transmitidos pelas fontes primárias. Uma fonte secundária ideal geralmente é caracterizada por reportar dados oriundos de fontes primárias, bem como por analisar, interpretar e avaliar os eventos que são objecto de estudo.

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4. Indique as principais Fontes Históricas que conhece.

As fontes históricas são todos os vestígios deixados pelo homem que nos fazem conhecer melhor o seu passado.
Estas fontes podem ser materiais (objectos, ruínas, monumentos), escritas (documentos redigidos por uma administração ou instituição, livros de actos, livros  notariais, livros de contas, relatórios oficiais ou judiciais, registos paroquiais, inquéritos, etc.), orais / gestuais (que são importantes pelo seu papel na história imediata) e fontes gravadas ou audiovisuais ( que registam com fidelidade o facto através do som ou da imagem (disco, fita magnética, fotografia, diapositivo, filme, etc.)

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5. Indique e caracterize as Ciências Auxiliares da História que estudou na aula.

As Ciências Auxiliares da História são:
Arqueologia - estuda os vestígios da actividade humana que dão perspectivas concretas do passado.
Cronologia - consiste na repartição dos factos históricos no tempo.
Filologia - é o estudo das línguas, das formas dos seus empregos, o historiador fica a saber como se fixa, conservam e transmitem os textos.
Genealogia - é o estudo da filiação dos seres e do sucesso das gerações.
Numismática - é a ciência das moedas que, como ciência auxiliar da história, permite elucidar questões dos domínios económico, social, político e cultural.
Onomástica - compreende o estudo dos nomes próprios e engloba a toponímia, a hidronímia, a antroponímia.
Sigiologia ou esfragística - é a ciência dos selos, entendendo-se por selo a impressão sobre uma matéria plástica, geralmente cera, de imagens ou caracteres gravados numa matéria dura, pedra ou metal.
Paleografia -  interessa-se pelas escritas antigas manuscritas, utilizados para transmitir a mensagem, assim como pelos materiais e instrumentos de escrita.


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6. Indique quais as principais obras de referência na História dos Surdos.

As principais obras de referência na História dos Surdos são: Crossing the The Deaf Divide, The Deaf Experience, History Reader, The Deaf Mute Howls, Deaf, Deaf President Now, History of the College for the Deaf, 1857 – 1907
 
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7. Elabore uma reflexão sobre a importância dos conhecimentos adquiridos nesta Unidade para efectuar uma boa investigação em História.

Hoje fazer uma pesquisa é muito mais fácil porque temos acesso a muitas informações através da internet e sem sair de casa. Este facto é muito importante. Mas é também muito importante saber que existem outras formas de fazer pesquisas ou investigações históricas. Conhecer diferentes fontes históricas, saber se elas são primárias ou secundárias torna a investigação mais verdade; conhecer as ciências que colaboram com a História como a arqueologia, cronologia, filologia, genealogia, etc é ter acesso a mais melhores informações acerca do passado.

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